quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A campanha de 1987







1976-Entrevista colectiva da DG à revista Flama



Inquéritos de pré-campanha

Com estes inquéritos preparávamos a opinião estudantil para a mudança e desgastávamos o poder. Estes devem ser de 1981,1982. Antes de 5 anos de vitórias consecutivas. Aliás, sobre as eleições de 1982 ainda falaremos...os resultados foram demasiado apertados, e a vigilância das urnas não funcionou completamente. Voltaremos ao assunto!



segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

1985, lista encabeçada por Diogo Portugal







1984, o projecto associativo C em factos e fotos

O choque tecnológico da campanha C

Rádio livre na campanha - anúncio


Audiência com o Primeiro-Ministro, Mário Soares


Declaração de Utilidade Pública da AAC

Protocolo de integração do CAC na AAC

Almoço do Corta-Mato Universitário

Participação no XX Aniversário da Universidade de Aveiro

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Fotografias de campanhas...

Diogo, Carlos Alberto Fernandes, Rui Rei, Manuel Machado, Guilherme Pinto e Rogério Gaspar

Jardim da AAC

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Arregimentar para a C?

Dizem que era assim que a malandragem da C arregimentava pessoal para a lista. Depois, era tarde de mais. Estavam apanhados...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Jantar Projecto C - 7 de Fevereiro - Coimbra

Num recente almoço em Aveiro, o Dinis lembrou-me que em Fevereiro faz 25 anos -um quarto de século!!!- que a lista C que eu encabeçava, ganhou as eleições para a Associação Académica. E sentenciou que tinha que fazer qualquer coisa. Nasceu a ideia do jantar para juntar a malta. E a Alda apareceu em cena para dar a habitual ajuda. Pretexto criado, revelou-se redutor. Há razões de sobra para nos juntarmos, não só os de 84, como também os dos anos anteriores e os dos posteriores. Daí o jantar passar a ser do Projecto C. Será o jantar do Projecto C. Afinal a lista C durou e durou. Assim, se queremos ver/rever quem, um dia, partilhou um entusiamo simbolizado numa letra, temos de aparecer a 7 de Fevereiro mas, antes disso, ajudar a localizar as pessoas. Como disse, a Alda é o pivot das inscrições. O endereço dela: aldarica@sapo.pt Em breve, se não houver qualquer contrariedade, publicaremos neste blogue as inscrições. Vamos a isto. A concentração será a partir das 19 horas na Praça da República e o jantar às 20, numa cantina.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Os madeirenses na C

O projecto C não se ficava pela DG da AAC. Concorria aos órgãos das faculdades.
Talvez por ter sido uma geração ímpar, a esmagadora maioria dos estudantes madeirenses da Universidade de Coimbra, naqueles anos 80, aderiu ao projecto C, quer dando a cara, quer apoiando e sobretudo votando.
Era um grupo muito unido e dinâmico, que tudo fazia e organizava. Jantares, jogos de futebol, claques desportivas, grupo folclórico e até a Casa da Madeira.
Aqueles jantares de madeirenses eram tão famosos, que todos queriam ir, até os que nunca estiveram na Ilha. Às vezes - quase sempre - não acabavam bem. É que a malta vivia no limite.
Quer no Shopping, quer no bar da Associação, era vê-los, sempre em grupo, com uma dinâmica e alegria que contagiava.
Uma geração gira.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Ó pra eles a estudar...!

O tempo era quase todo dedicado à causa C. Denotando elevado sentido de responsabilidade, os tempos mortos (aguardar pela chegada de cartazes, aguardar pela chegada das brigadas encarregadas de arrancar os cartazes dos outros, aguardar pela publicação das contas do Aurélio - FICÁMOS EM ÚLTIMO MAS FOMOS OS QUE GÁSTAMOS MENOS DINHEIRO NA CAMPANHA -, etc., etc), pois esses tempos mortos eram dedicados ao estudo.
Como o trabalho para a lista era muito exigente, tais tempos mortos nunca ultrapassavam uma meia horita por semana.
No vídeo, os ao tempo estudantes de Direito em Coimbra Ricardo de Sousa e José Simões, e a ao tempo estudante de Filosofia em Coimbra R. empenhando-se fortemente nos estudos, tendo em vista proporcionar aos filhos um futuro melhor do que o que lhes foi dado pelos progenitores*.
Reparem no pormenor da janela aberta por causa da clostrofobia.
Filmagem em 8mm, dos idos de 1979, 1980, por aí. Operador de câmara: O Treinador
(Agora venham com estórias de que o Mendonça é que tem os melhores arquivos. PDFs? Isso não presta para nada...)
* Ressalve-se o facto dos progenitores terem sido uns mouros de trabalho para que os filhos pudessem tirar o almejado curso em Coimbra. As alterações circunstanciais - previsão de um curso de cinco anos alterada para um de cincox2-, não é da sua responsabilidade.

Disponível aqui

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Porque os tempos foram passando e a vida profissional chegando, os rapazes do projecto C foram crescendo e reflectindo. Uns no Direito, outros na Economia, etc.
Deixo aqui o que penso quanto ao processo civil que temos, imbuído da vontade de aliviar a má imprensa que os Tribunais têm quanto à crise da justiça.
Este complicado processo civil
As regras processuais constituem o instrumento para o exercício dos direitos das pessoas. É a via, o caminho, não um fim em si mesmo. Importante é o direito substantivo, não a adjectividade própria do processo.
É tempo de reduzir o processo civil à instrumentalidade que o caracteriza, de modo a que ganhe a lide judicial quem efectivamente tem razão - numa perspectiva do mérito, do fundo da questão - e não quem tem advogado que melhore navegue nas tortuosas águas do processo.
São demasiados articulados, requerimentos, prazos, audiências...
O processo comum tipo é a denominada acção ordinária. Atente-se no seguinte emaranhado: (i) tudo começa com a petição inicial – requerimento em que o demandante deduz os seus fundamentos de facto e de direito e conclui com o pedido, (ii) segue-se um prazo de 30 dias para o demandado apresentar a sua contestação, a sua oposição à acção; (iii) depois o demandante tem ainda a faculdade de apresentar um articulado denominado réplica, em 15 ou 30 dias, consoante a contestação se tenha limitado a impugnar a acção ou tenha apresentado reconvenção – um contra-pedido; (iii) posteriormente o demandado dispõe de mais 15 dias para apresentar tréplica; (iv) findos estes requerimentos, o juiz designa dia para uma audiência preliminar, segundo a lei a realizar nos 30 dias seguintes, mas a agenda raramente o permite; (v) segue-se o julgamento. Nesta sucinta apreciação estou a olvidar articulados supervenientes, incidentes, nulidades e irregularidades, intervenção de terceiros, que frequentemente surgem em processo civil e que exigem prazo de resposta e tempo para decisão.
Tanto tempo perdido, tanto papel, sem qualquer justificação.
Simplifique-se.
Vejamos.
Basta a petição inicial, na qual o demandante deduz os seus fundamentos de facto e de direito, a sua pretensão ou pedido e indica os seus meios de prova. O demandado defende-se em sede de contestação, impugnando a matéria vertida pelo autor da acção e eventualmente deduzindo reconvenção – o tal contra-pedido -, assim como apresenta os respectivos elementos de prova. O processo vai de imediato ao Juiz, que marca julgamento.
A fase mais importante do processo civil é o julgamento, devendo o Tribunal e partes centrar toda a sua atenção neste acto judicial, em detrimento de requerimentos, contra-requerimentos, oposições, incidentes, nulidades, etc. Tudo se resolve em audiência de discussão e julgamento, de forma expedita e imediata, fixando o juiz a final os factos provados, ao que se segue a decisão de direito.
Deste modo, um processo, em primeira instância, que na melhor das hipóteses leva um ano a decidir, ficaria resolvido em três/quatro meses.
O exemplo que acima refiro peca claramente por defeito. Há dias o Professor Boaventura Sousa Santos, que lidera o Observatório Permanente da Justiça, apontava a existência de cerca de 180 actos ou passos processuais.
Obviamente que os puristas defendem um código do processo à maneira antiga, tudo muito regulado e estanque, com diversas intervenções do Tribunal e das partes.
Os tempos mudaram.
Hoje exige-se rápidas e adequadas resoluções dos litígios. A sentença judicial tem de deixar de ser encarada como uma vistosa peça jurídica, mas como uma intervenção tempestiva, adequada e justa do poder judicial, exercendo aquela que é a sua missão: assegurar os direitos da pessoas.
A Justiça tem de estar ao serviço dos cidadãos e não é possível uma verdadeira reforma sem a percepção desta realidade. O direito processual não é determinante, tem de ser encarado como instrumental e deve ser reduzido ao mínimo exigível para o seu desempenho, sem que ele próprio constitua um problema. Quer-se uma via rápida e simples para nos conduzir ao fim último, que é o de judicialmente discutir quem tem o direito.
Porém, tudo isto depende do Legislador, não dos Juizes ou dos Advogados.
Só o Legislador pode reformar o processo civil, agilizando-o e diminuindo drasticamente os seus actos, limitando-o às referidas três grandes fases: petição inicial, contestação e julgamento.
Que a coragem de politicamente decidir não se restrinja ao populismo e à demagogia, mas que ataque de frente as verdadeiras causas da dita crise da Justiça.
Paulo Barreto





Os onze indomáveis... Galãs na Gala

À esquerda: João Asseiro (Economa); João Morgado (Direito); Mário Ruivo (Direito); Vitor Matoso (Engenharia); Ramiro Pinhal (Economia).
À direita: Ricardo Roque (Direito); José Luis Cacho (Engenharia); Paulo Barreto (Direito); António José Almeida (Direito); Luis Lobão Andrade (Economia) Fernando Ramos (Farmácia).

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Gala da Académica 2007

A Gala da Académica, realizada no passado dia 29 de Setembro no Casino Estoril, em destaque no Diário das Beiras. Este evento, que contou com a participação de muita gente, teve o seu momento alto no reencontro de um conjunto significativo de ex-dirigentes associativos que pertenceram aos órgãos sociais da Associação Académica de Coimbra em 1984, pela Lista C. O comentário mais ouvido foi o de que estão todos mais velhos e mais gordos, mas considerando que já foi no século passado que os rapazotes andaram por aquelas lides, até que ainda estão ali para as curvas... da responsabiliodade do "acto médico" de mudança de sexo de Académico para Académica já não se livram, pois para a história fica a decisão dessa Direcção-Geral, objecto de homenagem na Gala, do regresso do Académico à Academia, através da integração do CAC na AAC como Organismo Autónomo de Futebol em 27.JUL.84. Lista C, "Certeza, Vontade, Acção".



sábado, 13 de outubro de 2007

FAUSTO CORREIA

Coimbra, 29.OUT.1951-Bruxelas, 09.OUT.2007

Um lutador pela liberdade, militante de causas e de valores, e de batalhas. Um socialista.
Amigo sempre presente em qualquer circunstância. Um homem bom.
A Briosa era parte de si. Um académico.
Um coimbrinha, no seu melhor sentido. Um cidadão.
Um coração que batia à esquerda. Que parou. Mas continuam vivas as razões pelas quais se bateu.
Até sempre, Fausto!
E obrigado pela camaradagem.




sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Lista C- 1983 "Certeza, Vontade, Mudança"

A 1ª VITÓRIA DO PROJECTO C (antes, só no PREC em 1976, com Clara Crabbé Rocha )


A tropa do Paulo Barreto


Lista Candidata à Direcção-Geral da AAC, 1986